BlackBerry anuncia aquisição da AtHoc, plataforma para comunicação de crise

blackberry A empresa canadense BlackBerry continua a pavimentar o seu caminho para dentro do setor de segurança da informação com novas aquisições, agora com a compra da plataforma de comunicação de crise AtHoc, anunciada nesta quarta-feira (22). 
No plano de reestruturação da empresa, o CEO John Chen tem investido pesado em trazer novas soluções de segurança para dentro do portfólio da BlackBerry, com o objetivo de oferecer produtos seguros fim-a-fim para a empresa atuar em diferentes setores, todos conectados através das plataformas de comunicação da BlackBerry.

Só no último ano, foram ao menos três aquisições com foco na segurança: em setembro de 2014, foi a britânica Movirtu, com uma solução para ativação de múltiplos números em um único aparelho, por US$ 32,5 milhões; em dezembro, a alemã Secusmart, focada em criptografia de celulares, por US$ 82 milhões; e mais recentemente, o anúncio da aquisição da WatchDox, em abril deste ano, que desenvolve uma solução para compartilhamento seguro de documentos.

blackCEO da AtHoc, Guy Miasnik, falou nesta quinta-feira (23), durante o BlackBerry Security Summit, em Nova York (foto: Reprodução)

Localizada no Vale do Silício, a AtHoc focava principalmente no mercado doméstico estadunidense, mas agora deverá alavancar a presença da BlackBerry em outros países para expandir seus sistemas de segurança para novos mercados. Em outubro do ano passado, a empresa fechou um de seus primeiros contatos internacionais, fornecendo sua tecnologia para o Parlamento do Canadá, após o tiroteio no local que deixou dois mortos em Ottawa e motivou novas medidas de segurança pelo governo canadense.

NASA confirma a existência de uma possível “Terra 2.0”

A NASA realmente confirmou a descoberta de um outro planeta muito semelhante à Terra e dentro de uma área considerada por cientistas como potencialmente habitável.

Batizado de Kepler-452b, o exoplaneta está fora do nosso Sistema Solar, orbita uma estrela de maneira semelhante ao que fazemos com o Sol e está sendo chamado pelos pesquisadores da agência especial norte-americana de um “primo distante” da Terra por conta das semelhanças que ele tem com nosso planeta.

terraNASA confirma a existência de uma possível “Terra 2.0” – Ciência

Segundo o relatório revelado nesta quinta-feira (23), ele está localizado a cerca de 1.400 anos-luz da constelação de Cygnus é 60% maior que o nosso planeta em termos de diâmetro, possuindo um período de translação bastante parecido. Para dar uma volta completa em torno de sua estrela principal, criativamente chamada de Kepler-452, nosso “primo” leva 385 dias — ou seja, apenas 20 a mais do que nós.Com a chegada do Kepler-452b, a NASA chega a 11 planetas considerados habitáveis. A diferença é que, desta vez, temos um que realmente se aproxima da Terra em termos de tamanho, translação e distância de sua estrela principal, o que torna as possibilidades ainda maiores. Tanto que os cientistas da agência apelidaram a descoberta de “Terra 2.0”.

Mesmo com o solo sendo aparentemente rochoso, os pesquisadores estão bem animados com os resultados enviados pelo telescópio. Isso porque, além das características do próprio Kepler-452b, a estrela que ele orbita em também ajuda a aumentar as chances de fazer aquela região ser habitável. Apesar de ser um pouco maior e mais velho que o nosso sol, a sua temperatura é semelhante e esse é um dos fatores mais importantes para o surgimento de vida no planeta.

Kepler452

Diante de todos esses dados, a NASA vai iniciar novas pesquisas para conhecer um pouco mais sobre esse sistema. Para isso, ela vai utilizar vários observatórios nos Estados Unidos para estudar e descobrir se estamos mesmo diante de uma Terra 2.0 ou se a descoberta foi apenas mais um tiro no escuro.

Fonte: NASA /http://canaltech.com.br/noticia

ABES remove 36 mil cópias ilegais do mercado.

A Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES) anuncia o resultado semestral de sua ação de Monitoramento da Internet. Durante os seis primeiros meses do ano, a entidade retirou do ar 36.584 links, websites e anúncios de sites de leilão da internet, que davam acesso a download de cópias ilegais de software dos associados da entidade. Esse número corresponde a um aumento de 35% em comparação ao primeiro semestre de 2014.

Neste período, o destaque foi para a remoção de sites de leilão que somaram um total de 18.854 anúncios de software ilegais. Além disso, foram removidos 17.191 links de acesso a downloads de cópias ilegais. Houve também um aumento em relação ao número total de websites, 91 foram removidos contra um total de 32 no mesmo período de 2014, um aumento de 180%.O objetivo dessa ação é identificar qualquer conteúdo que viole o Direito Autoral de Programas de Computador de qualquer fabricante de software associado à ABES. O processo de remoção consiste em notificar o próprio portal e os provedores de acesso, por meio de uma solicitação de remoção. Essa operação já existe há dez anos e conta com o apoio da PPPI – Programa de Proteção à Propriedade Intelectual, do Mercado Livre, que promove a remoção de conteúdo ilegal que estão dentro do seu portal.

abes

A ABES oferece também um canal no qual qualquer pessoa pode fazer uma denúncia anônima sobre o uso de software pirata em uma empresa, o Portal Denuncie Pirataria. Modernizado recentemente, o portal oferece uma melhor experiência aos usuários além de possibilitar uma verificação mais precisa da situação de cada caso.Para mais informações acesse o www.denunciepirataria.org.br

A ABES, Associação Brasileira das Empresas de Software, é a mais representativa entidade do setor com cerca de 1.600 empresas associadas ou conveniadas, distribuídas em 23 estados brasileiros, mais o Distrito Federal, responsáveis pela geração de mais de 120 mil empregos diretos e um faturamento anual da ordem de US$ 20 bilhões por ano. As empresas associadas à ABES representam 85% do faturamento do segmento de desenvolvimento e comercialização de software no Brasil e 33% do faturamento total do setor de TI, equivalente em 2014 a US$ 60 bilhões de vendas de software, serviços de TI e hardware.

Desde sua fundação, em 9 de setembro de 1986, a entidade exerce a missão de representação setorial nas áreas legislativa e tributária, na proposição e orientação de políticas voltadas ao fortalecimento da cadeia de valor da Indústria Brasileira de Software e Serviços – IBSS, na defesa da propriedade intelectual e combate a pirataria de softwares nacionais ou internacionais e no apoio as iniciativas de fomento à pesquisa, desenvolvimento, inovação e ao desenvolvimento do software nacional. Acesse o Portal ABES:www.abes.org.br ou fale com a nossa Central de Relacionamento: (11) 2161-2833.

Apple poderá oferecer anúncios baseados no extrato de cartão dos usuários

O CEO da Apple, Tim Cook, sempre deixou claro que nunca teve interesse em monetizar os dados dos seus usuários, porém a companhia pode estar prestes a mudar de ideia. Na última semana, a Maçã registrou uma patente de um sistema de e-commerce capaz de entregar anúncios baseados em produtos que o usuário já comprou.

De acordo com o documento, o sistema funciona a partir do rastreio do status dos cartões de débito e crédito do usuário e a checagem do seu saldo. Com isso, ele faz o envio de sugestões de produtos com valores dentro do orçamento de cada pessoa e com base no que está listado ali.

Além disso, as mercadorias só poderão ser anunciadas se elas tiverem um valor de até 90% do saldo da pessoa, deixando 10% da quantia ainda no cartão. O registro diz que aqueles que responderem aos anúncios e fizerem a compra ainda terão acesso a um serviço de cobrança e pagamento, métodos de entrega digitalmente ou fisicamente.

Em junho deste ano, Cook comentou em um discurso à Electronic Privacy Information Center (EPIC), em Washington (EUA), que os dados de segurança dos seus usuários não são armazenados. Ele falou diretamente a empresas do Vale do Silício que usam estes métodos. “Eles estão devorando tudo o que podem aprender sobre você e tentando ganhar dinheiro com isso. Nós pensamos que isso é errado e este não é o tipo de empresa que a Apple quer ser. Então, nós não queremos seus dados”, comentou.

Antes disso, em fevereiro, o CEO já havia comentado que as compras feitas usando o Apple Pay nunca são armazenados. “Para cada pagamento nós criamos um código único que somente funciona naquela compra e naquele aparelho. Nós não armazenamos as transações. Nós não sabemos o número de cartão do usuário, o que ele comprou e nem quanto pagou. E nem queremos saber”, disse.

A patente, de fato, vai contra o discurso da Apple, mas a empresa tem poder para realizar o plano. A companhia da Maçã é dona da maior coleção de números de cartões de crédito do mundo, totalizando quase um bilhão de contas, número maior do que a gigante varejista Amazon.

Matéria completa: http://canaltech.com.br/noticia/apple/apple-podera-oferecer-anuncios-baseados-no-extrato-de-cartao-dos-usuarios-45327/#ixzz3gShGTZxr