Cidades Digitais: Alagoas reestrutura projeto de Infovia – Convergência Digital – Inclusão Digital

O Governo de Alagoas mudou de fornecedor e está atualizando a infraestrutura da Infovia Digital.  Coube ao consórcio formado pelo  Grupo Binário, especializado nas áreas de integração, serviços profissionais e mobilidade, pela Aloo Telecom, operadora de telecomunicações com mais de três mil clientes dos setores público e privado,  e a Oolah Consultoria, ficar à frente da implementação e atualização da infraestrutura.

O projeto, vencido por pregão de um edital público, prevê a utilização de 1,5 mil links de acesso à Internet com velocidade variando de 4 Mbps a 100 Mbps e 600 modems para dados móveis quando estiver totalmente finalizado. O Grupo Binário fornecerá à Aloo Telecom equipamentos de redes e segurança, além de monitorar e garantir o gerenciamento de toda a Nova Infovia que está sendo construída.“Para que isso fosse viável, o Grupo Binário investiu em um NOC próprio em Maceió, com profissionais locais – o que gerou empregos na região. Inicialmente, foram seis funcionários contratados, com o apoio de outros especialistas alocados em São Paulo”, explica Rubens Acevedo, gerente de projetos do Grupo Binário e responsável pelo contrato.

Para as redes, serão instalados os roteadores MX5 3D Universal Edge da Juniper Networks, que são compactos e oferecem alto desempenho, além de facilidade para realizar upgrades, devido sua arquitetura altamente escalável. Fornece aos clientes a capacidade de dimensionar largura de banda, assinantes e serviços, acomodando requerimentos para crescimento futuro de 20 Gbps a 80 Tbps, para atender todos os requisitos técnicos e de negócios, com total proteção dos investimentos.

Um outro fabricante estratégico nesta solução oferecida pela Binário à Aloo Telecom é a Fortinet. O FortiGate-1500D é um appliance de segurança de rede e ideal para uso tanto como um firewall de próxima geração (NGFW) quanto um firewall de alto desempenho para data centers. Ele oferece alto “throughput” de firewall e baixíssima latência, bem como proteção contra ameaças de próxima geração e controle sobre mais de três mil aplicações. Ele evita “gargalos”, portanto.

A Aloo Telecom lidera o consórcio e será a empresa responsável pelo projeto da Nova Infovia. Em seu escopo está a implantação de novos links, a migração para tecnologias mais velozes de acesso à Internet, pelos links e o seu funcionamento; o Grupo Binário será responsável pela implementação de serviços e construção do NOC (Network Operation Center), assim como o seu gerenciamento; e a Oolah será a responsável pelo desenvolvimento de soluções e produtos que materializem os benefícios esperados pela Nova Infovia Alagoas.

Multisserviços

A primeira parte do projeto inclui o Ponto de Acesso Principal (PAP), onde chegarão as conexões de alta velocidade dos pontos dos clientes e da Internet, e onde serão implantados os demais equipamentos e serviços da solução.

Além disso, conta com todos os Pontos de Acesso Secundários (PAS), Pontos de Acesso Clientes (PAC); Pontos de Comunicação VoIP, Serviço de Internet Dedicado, Serviço de Videoconferência; o NOC, responsável pela segurança, gestão e expansão dos produtos e serviços da Nova Infovia, os Serviço de Relacionamento com Clientes (Service Desk) e Suporte Técnico Especializado.

“Com o novo serviço, o governo de Alagoas passará a contar com uma conectividade melhor entre os seus órgãos e secretarias, além de uma Internet mais rápida e mais barata. E, com isso, poderá prestar um serviço melhor para a população alagoana”, explica Felipe Cansanção, diretor-executivo da Aloo Telecom.

A recém-inaugurada escola estadual de tempo integral “Marcos Antônio Cavalcanti”, localizada no bairro Benedito Bentes, em Maceió, foi a primeira a ser conectada pela nova Infovia do Governo de Alagoas. A rede Wi-Fi de alta velocidade instalada na unidade permitirá a utilização de aplicativos educacionais para auxiliar no ensino e fazer melhor uso do laboratório de informática.

Segundo o Itec, entidade responsável pelo contrato, o custo desta velocidade, um link dedicado de 4 Mbps é o mesmo custo de um link de velocidade 4,5 vezes menor do contrato antigo ainda vigente. Porém, boa parte das escolas ainda utilizam links de 256 kbps e 512 kbps, o que é uma estrutura dificultosa para dar aula com sistemas e aplicativos. E isso será atualizado rapidamente com o esforço e dedicação do consórcio.

“O projeto da Nova Infovia está tecnicamente bem estruturado, as empresas vencedoras demonstraram nas propostas e na atuação mercadológica capacidade técnica, o que nos traz novas perspectivas de oferecer ótimos serviços para o cidadão, algo que é fundamental e indispensável”, afirma Jorge Almeida, diretor-presidente do Itec (Instituto de Tecnologia em Informática e Informação do Estado de Alagoas).

A nova tecnologia de dados possuirá capacidade de realizar videoconferências em alta resolução, o que possibilitará audiências à distância com réus presos, reduzindo gastos do Executivo com o transporte de presos do sistema penitenciário de Alagoas para unidades judiciárias. Recursos como telefonia IP, dentre outros aspectos e tecnologias inerentes ao que é ofertado sobre uma rede de dados IP, também estarão à disposição do governo no futuro.

Fonte:futurecom

São Paulo: melhor cidade para startups

A cidade de São Paulo foi considerada a melhor da América Latina para desenvolvimento de startups de tecnologia. O Global Startup Ecosystem Ranking 2015, realizado pela Compass, mostra a cidade na 12ª colocação da lista global, sendo a única cidade latina no top 20.

saopauloSão Paulo foi considerada a melhor cidade da América Latina para startups. Foto: flickr.com/klausbalzano.

Em relação ao ranking anterior, publicado em 2012, São Paulo subiu uma colocação. Segundo o relatório, os pontos fortes da cidade são a disponibilidade de capital, performance das startups e alcance de mercado.

Além desses quesitos, os locais citados foram analisados em talentos e capacidade de exportar startups para outros países, segundo o Estadão.

As primeiras posições do ranking são ocupadas por Vale do Silício, Nova York, Los Angeles, Boston e Tel Aviv. O estudo deixou de fora os ecossistemas da China, Taiwan, Japão e Coreia do Sul por causa da barreira da linguagem.

O Global Startup Ecosystem Ranking 2015 relata que os ecossistemas de startups estão cada vez mais internacionais, pois  37% dos investimentos recebidos pelas startups nas 20 cidades mapeadas incluem ao menos um investidor de outro país. 

Além disso, o número de startups que contam um segundo escritório em outro país ou mudaram sua sede de uma região para outra cresceu 8,4 vezes.

O relatório teve como base entrevistas com mais de 200 empreendedores e especialistas de 25 países, além de uma pesquisa feita com 11 mil startups, investidores e envolvidos com o setor ao redor do mundo nos últimos cinco meses.

Fonte: Júlia Merker /futurecom

Cidades Digitais terá R$ 39 milhões este ano

Se o ritmo de desembolso for mantido, segunda fase do programa deveá ser concluída apena sem 2018.
O programa Cidades Digitais, da Secretaria de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, já sofre com o aperto fiscal. A velocidade de implantação da segunda fase será mais lenta. Para este ano, estavam previstos investimentos de R$ 50 milhões, mas deverão ser executados R$ 39 milhões. Se o ritmo de desembolso for mantido, a segunda fase do programa só deverá ser concluída em 2018.

O programa já havia enfrentado atrasos em sua primeira fase. Prefeituras e empresas de energia não conseguiram entrar em acordo quanto ao aluguel de postes. “Este foi o maior obstáculo que enfrentamos”, conta Américo Bernardes, diretor do Departamento de Cidades Digitais da Secretaria de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações.

Para fugir dos problemas com o compartilhamento da infraestrutura aérea, 95% da rede da segunda fase do projeto será subterrânea. A segunda fase selecionou, em 2013, 162 municípios de um total de 1.901 inscritos. Se para a primeira fase do projeto foram alocados R$ 44 milhões, para a segunda fase serão destinados R$ 201 milhões.

segunda fase do Cidades Digitais está sendo desenvolvida dentro do PAC. A licitação foi concluída em outubro de 2014 e os 16 lotes foram vencidos por cinco empresas – a rede, depois de pronta, é doada ao município responsável por sua manutenção e operação, em parceria com entidades públicas ou privadas.

A maior parte das cidades  selecionadas na segunda fase estão com os projetos executivos em avaliação (160). Em outras, as obras de implantação estão em andamento e em três delas já estão com a rede em operação, como é o caso de Barra do Chapéu, uma cidade de cerca de 5 mil habitantes, no extremo sul de São Paulo.

O município de Não-Me-Toque, no Rio Grande do Sul, inaugurou em maio sua rede de fibra óptica financiada pelo programa do governo federal. A cidade recebeu um anel de fibra óptica de 14 quilômetros, que interliga 18 pontos. Os locais conectados pela rede incluem escolas, postos de saúde, telecentros e praças públicas.

Não-Me-Toque é uma das 49 cidades da primeira fase do programa, que contemplou 77 cidades escolhidas dentro de uma cesta de critérios como baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), baixa penetração de banda larga e população com até 50 mil habitantes, em que a rede foi entregue. As demais 28 cidades estão em processo de implantação da rede de fibra óptica, que interliga pontos públicos.

Fonte: Lia Ribeiro Dias/ futurecom

Internet.org quer acelerar a adesão das operadoras

Facebook afirma que mais da metade dos usuários da plataforma pagam por algum serviço de dados ou acesso à internet nos primeiros 30 dias de uso. Segundo a rede social, desde que o projeto começou a operar na Zâmbia, 12 operadoras, em 17 países, passaram a oferecer o acesso gratuito à plataforma. A iniciativa já cobre o equivalente a 1 bilhão de pessoas.O Internet.org, iniciativa do Facebook que prevê o acesso gratuito a um conjunto determinado de aplicativos online, completou um ano hoje, 27. Segundo a rede social, desde que o projeto começou a operar na Zâmbia, 12 operadoras, em 17 países, passaram a oferecer o acesso gratuito à plataforma. A iniciativa já cobre o equivalente a 1 bilhão de pessoas.

Agora, o serviço entra em uma segunda fase, de expansão. O Internet.org criou uma área dedicada às empresas de telecomunicações que queiram oferecer gratuitamente os serviços cadastrados na plataforma. “Nossa meta é trabalhar com quantas operadoras e desenvolvedores for possível”, diz o Facebook, em nota à imprensa. As empresas poderão pedir material sobre a iniciativa, melhores práticas para oferecer serviços a pessoas sem acesso e ferramentas para sua implantação.

A rede social divulgou, também, um balanço da  iniciativa, afirmando que consegue atrair novos usuários para a internet 50% mais rapidamente do que a oferta de serviços gratuitos sem o selo Internet.org. Diz, também, que mais da metade dos usuários pagam por algum serviço de dados ou acesso à internet nos primeiros 30 dias de uso.  Apenas em junho, 1 milhão de pessoas acessaram serviços básicos de saúde por meio do projeto.

Na semana passada, o Internet.org realizou uma série de eventos para desenvolvedores no Brasil, durante os quais exibiu sua plataforma, realizou maratonas de programação e divulgou o FbStart, iniciativa para premiar startups dedicadas a produtos voltados para o “benefício social”. Aqui, como em outros países, a iniciativa é criticada por organizações sociais por oferecer acesso restrito à internet. O Facebook afirma ainda não haver data para a estreia do Internet.org no país.

Fonte: Futurecom.

Tráfego global de dados móveis será de 52 milhões de terabytes no ano

Pesquisa mostra aumento do consumo de vídeo por redes móveis, nos Estados Unidos.

O tráfego global de dados móveis deverá chegar a 52 milhões de Terabytes (TB) em 2015, o que representa um aumento de 59% em comparação com o ano passado. O crescimento acelerado continuará até 2018, quando os níveis poderão atingir 173 milhões de Terabytes. A projeção é da empresa de pesquisa de mercado Gartner.

“O tráfego está aumentando em todo o mundo, e mais que triplicará até 2018. Conexões novas e rápidas de dados móveis (3G e 4G) crescerão mais lentamente – de 3,8 bilhões em 2015 a 5,1 bilhões em 2018″, afirma Jessica Ekholm, diretora de pesquisas do Gartner. Para a empresa, as operadoras devem criar e vender planos de dados com limites mais elevados para aumentar sua participação no mercado em expansão. Segundo a empresa, a participação do vídeo vai crescer dos atuais 50% para 60% do tráfego de dados até 2018.

A pesquisa mostra que, nos Estados Unidos, 47% dos adultos entre 45 e 54 anos assistem a 15 minutos ou mais de vídeos em aplicativos móveis por transmissão em redes de celular a cada acesso, enquanto somente 40% dos jovens entre 18 e 24 anos fazem o mesmo.“Os resultados também mostraram que o YouTube é cada vez mais utilizado para assistir a vídeos em transmissão por períodos mais longos, ao invés de ser usado somente em intervalos breves”, diz a Ekholm. Há uma pequena diferença entre a porcentagem de usuários americanos de smartphones que usam o YouTube por menos de cinco minutos e os que usam o canal por 30 minutos ou mais.

Fonte: futurecom

MOBILE TIME – Quantidade de objetos conectados no mundo alcançará 38,5 bilhões em 2020

A chamada Internet das Coisas (IoT) soma hoje 13,4 bilhões de objetos conectados, uma quantidade maior que a população humana, de acordo com estimativa feita pela Juniper Research. Ainda assim, a tendência de conectar coisas e analisar os dados por elas coletados está apenas começando, reconhecem especialistas. Por isso, entre 2015 e 2020, essa base de objetos conectados vai aumentar 285% e alcançar 38,5 bilhões, afirmam analistas da Juniper no relatório “A Internet das Coisas: serviços públicos, industriais e para o consumidor final – 2015 a 2020”, publicado nesta semana.

Segundo o relatório, a falta de interoperabilidade e de padronização da tecnologia ainda segura o crescimento da Internet das Coisas, mas essas barreiras estão caindo gradativamente, conforme alianças estão sendo formadas na indústria.

A Juniper aponta o mercado de produtos de IoT para o consumidor final como sendo de alto valor, especialmente nas verticais de saúde, casas conectadas e veículos autônomos. No mercado corporativo, os destaques são para os setores de varejo, prédios conectados e agricultura.

Cabe destacar que uma parcela relativamente pequena da base de objetos conectados terá um SIMcard e usará as redes móveis. A grande maioria transmitirá dados através de

O Forum Mobile+ deste ano terá um dia inteiro dedicado à Internet das Coisas, com painéis sobre smart cities, indústria 4.0 e wearable devices aplicados aos negócios. Para conhecer a agenda e obter mais informações, acesse. O Forum Mobile+ é organizado pela Converge Comunicações e promovido por MOBILE TIME, TELETIME e TI INSIDE.

Fonte: futurecom

IoT favorece o surgimento de novos fornecedores de software, diz Gartner

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Gartner observa o nascimento de provedores de soluções de licenciamento e gestão de diretos para atender demandas de Internet das Coisas

O avanço da Internet das Coisas (IoT) desencadeará o surgimento de novos fornecedores de software. De acordo com o Gartner, isso tende a ocorrer pois as empresas necessitam de soluções de licenciamento e gestão de direitos (LEM, sigla para Licensing and Entitlement Management) que permita proteger, diferenciar e monetizar ofertas orientadas ao conceito.

“Ao deslocarem o valor do produto do hardware do dispositivo para o software que opera no aparelho, e aplicando uma estratégia de licenciamento adequada, os estrategistas de fabricação de produtos podem maximizar o potencial dos valores de receita”, afirma a consultoria.

O instituto estima que, até 2020, deixar de empregar um sistema de LEM resulte em uma queda de 20% no potencial de receita gerada por software para fabricantes de dispositivos conectados à IoT.

O Gartner observa que diversos fabricantes ainda aplicam uma mentalidade tradicional para seus produtos, e não consideram as oportunidades de receita adicionais de sistemas e aplicativos incorporados controlados por licenciamento.

“A maioria dessas empresas são novas fornecedoras de software, principalmente fabricantes de dispositivos e de equipamentos originais, que agora podem monetizar seu software por meio da IoT”, afirma.

A consutoria aponta que, ao monetizarem os sistemas em seus dispositivos, os fornecedores poderão aumentar e propulsionar fontes de receita, criando bilhões de dólares em valor adicional.

A estimativa é de que existam mais de 25 bilhões de “coisas” conectadas ao redor do mundo. Assim, se os fabricantes pudessem coletar, em média, US$ 5 por software de cada unidade instalada, isso geraria uma receita adicional estimada em US$ 130 bilhões.

Em um futuro próximo, a IoT conduzirá transformações comerciais para diversos fabricantes, permitindo o uso do software no dispositivo para diferenciar ofertas de produtos e soluções. Como fornecedores na indústria de software tradicional, os fabricantes de dispositivos precisam proteger e monetizar a propriedade intelectual contida nos aplicativos.

Ao controlarem a funcionalidade do produto, os recursos e as capacidades dos dispositivos conectados à Internet por meio de licenciamento flexível, os fabricantes poderão competir melhor em mercados novos e atuais. Além disso, a configuração controlada pelo software fornece aos fabricantes mais flexibilidade para regionalizar suas ofertas e desenvolver soluções de nicho para mercados específicos, sem precisar fabricar unidades de manutenção de estoque de produto separadas.

A pesquisa do Gartner indica que a maioria dos fabricantes de dispositivos não possui sistemas de Licenciamento e Gestão de Direitos comerciais para monetizar a IoT. “Isso acontece porque, historicamente, eles não tiveram grande quantidade de propriedade intelectual de software para proteger. Segundo a consultoria, inicialmente eles tentarão construir capacidades de LEM internamente, uma vez que já possuem o histórico técnico e de engenharia que desenvolveu o hardware”, justifica.

Fonte: futurecom