Para líder do AliExpress no Brasil, escritório local pode ser questão de tempo

AliExpress

Não há mais dúvidas que o marketplace de comércio eletrônico do grupo chinês Alibaba, o AliExpress, conquistou seu espaço no Brasil. Um levantamento recente da CupoNation revelou que o site já é o quarto mais popular do país, com 7,9% dos acessos entre os 20 e-commerces mais badalados do país, atrás apenas da Netshoes, Lojas Americanas e Walmart. Do lado de lá, o país também é estratégico para o AliExpress, e é hoje um dos três maiores mercados do mundo para o site, ao lado dos Estados Unidos e da Rússia.

E o crescimento do serviço no Brasil não foi casual: desde que desembarcou por aqui, em 2010, o AliExpress investiu pesado para melhorar o site. Desde 2013, o site foi localizado para uma versão em português, customizado para atender às demandas dos consumidores locais e implementou novas formas de pagamento para facilitar as compras dos brasileiros, como transferência e boleto bancário.

Ainda assim, o AliExpress enfrenta alguns desafios no mercado nacional. Para muitos consumidores, o site ainda é sinônimo de entregas demoradas e não é difícil encontrar reclamações e brincadeiras de clientes que afirmam que haviam até esquecido das compras que tinham feito até elas chegarem. Além disso, mesmo mantendo operações dedicadas ao Brasil, o site ainda tem toda sua equipe voltada para o Brasil em sua sede, em Hangzhou, na China.

Baseado na China, o líder das operações do AliExpress para o Brasil, Lucas Peng, veio a São Paulo nesta semana para participar do evento do setor de comércio eletrônico Fórum E-commerce Brasil. Ao lado do responsável pelo desenvolvimento de negócios do Alibaba.com para América Latina, Alex Tsai, Peng falou mais sobre as operações da plataforma no país, além de dois outros serviços que o Alibaba Group também pretende trabalhar no Brasil: reforçar o site de vendas B2B (business to business) que já está por aqui, o Alibaba.com, e trazer o site focado em exportações para o mercado doméstico chinês, o 1688.com – que pode parecer um nome esquisito, mas quando falado em chinês tem um som parecido com o nome “Alibaba”.

Após a apresentação, Peng falou ao Canaltech sobre o negócio da empresa por aqui e alguns dos próximos passos do AliExpress no Brasil:

Canaltech: O AliExpress já está consolidado como um dos principais e-commerces do Brasil. A que você atribui essa popularidade do site por aqui?

Lucas Peng: Nós não fizemos qualquer tipo de pesquisa para ver por que ele cresceu tão rápido. Mas como profissional de e-commerce, eu digo que os brasileiros tendem a ser assim: o que é legal e eles gostam, cresce muito rápido e é amplamente divulgado. E um dos esforços de marketing [do AliExpress] é tentar canalizar esse boca-a-boca e depoimentos, o que vai ajudar inclusive com o outro grupo de pessoas, que conhece, mas ainda não fez nenhuma compra.

CT: Ainda assim, o site ainda é conhecido pela demora de entrega dos produtos. O que vocês estão fazendo para tentar melhorar isso?

LP: Primeiro, é a questão da expectativa, quando a pessoa compra no AliExpress ela está fazendo um processo de importação. E o que está na nossa alçada, a gente faz: a gente planeja, conversa com os vendedores, dá um tempo limitado para eles mandarem, então em até 10 dias os produtos saem da China. Da China até aqui, em dois ou três dias chega. Depois disso, é o processo burocrático. Isso é um assunto sério para a gente, nós respeitamos todos os países. Localizado, nós temos o memorando de entendimento com os correiros brasileiros [assinado em julho do ano passado], para tentar avançar isso ao máximo. E nós estamos prontos para oferecer mais informações e dados das compras, para compartilhar. Temos que ver quando é que eles pretendem evoluir essa questão por aqui. Estamos prontos para fazer o que for da nossa alçada, mas a gente sabe dessa demora. A compra no AliExpress tem que ter essa consciência do trade-off mesmo, o preço é mais atrativo, mas é um processo de importação. E a gente tem que respeitar todos os processos e burocracias.

CT: O problema então não é com os vendedores chineses, é na chegada?

LP: É de cada país. O Brasil é famoso por essa parte burocrática, mas tem outros países similares que têm certa demora. A plataforma é global, o processo é o mesmo para cada país, e a particularidade do Brasil a gente entende e respeita. E a gente faz parte do grupo Universal Post Union (UPU), e oferecemos uma variadade de fretes diferentes, o vendedor seleciona qual quer oferecer, mas o consumidor diz qual ele quer. Então ele pode selecionar alguns que chegam mais rápido, os Correios e o China Post seriam os serviços locais, mais simples, mas a gente dá essa opção expressa.

CT: Você é brasileiro e executivo do AliExpress responsável pelo Brasil. O que você acha que está faltando no serviço por aqui ainda?

LP: Como profissional, acho que não existe 100%, a gente está sempre evoluindo e está sempre correndo atrás para achar o melhor ponto. Cada plataforma tem sua particularidade e no nosso caso, que conectamos vendedores a consumidores, a gente tem feito o melhor para procurar espaços para melhorar. Mas a gente não tem nenhum projeto específico para atingir as lacunas de melhoria.

CT: Durante sua apresentação, Alex Tsai falou sobre a questão da logística do Alibaba.com, o AliExpress tem algum programa semelhante para garantir as entregas?

LP: Sim, o AliExpress tem um programa que chama Proteção ao Consumidor. Parece simples, mas nosso grande desafio é fazer, dentro da plataforma global, atender melhor o consumidor, inclusive o Brasil. Então ela garante fazer o reembolso parcial ou total, com algumas regras. Dentro do prazo da proteção, você está garantido caso não receba o produto, se veio com defeito, a gente faz essa análise e garante o reembolso. Quando o consumidor compra, o dinheiro vai para a AliExpress, e a gente segura o dinheiro até o consumidor final dizer que recebeu e está satisfeito. Se tive algum problema, você pode pedir algum tipo de auxílio do AliExpress, porque o dinheiro está com a gente. A partir do momento que ele finaliza, a gente manda o dinheiro para o vendedor.

CT: E como é o contato de vocês com o consumidor brasileiro para isso?

LP: Isso é um ponto bem interessante, devido à demanda dos consumidores do Brasil, a gente criou um chat no horário comercial brasileiro. Então é madrugada lá na China. E são pessoas que falam português ou que são nativos para ter esse contato. É o melhor canal para falar com a gente.

CT: Sobre um escritório no Brasil: vocês não falam se vão abrir, nem dão uma data. Mas é só uma questão de tempo para ter um?

LP: Questão de tempo, pessoalmente, eu acredito que seja sim. Mas como qualquer negócio, tem a análise de todas as variáveis para ver quando é efetivo. Acho que o que conta mais é o poder do grupo, a gente nunca olharia só o AliExpress. O AliExpress chama muita atenção, a gente poderia pensar em alguma coisa agora, mas temos que olhar o grupo como um todo, se vale a pena. Isso mudaria inclusive algumas coisas da plataforma, o processo de importação, por exemplo. Então eu, pessoalmente, acredito que talvez, sim, seja um passo interessante. Mas eu como executivo do AliExpress e do grupo, não consigo falar que é simplesmente uma questão de data, é a análise das variáveis contando com as outras unidades de negócio.

CT: Mas quais benefícios um escritório no Brasil traria para o AliExpress?

LP: É difícil enumerar, mas com certeza o fato de estar mais próximo do seu público, dos parceiros, traria vantagens, sim. Acho que seria interessante abrir o escritório pelos profissionais que entenderiam do mercado, naturalmente. Para a gente contratar pessoas trabalhando para o mercado brasileiro, é um pouco mais difícil achar um profissional que toparia mudar para a China. Então teriam essas vantagens de mão-de-obra e facilidade de conexão. 

CT: Isso é uma estratégia do AliExpress? As operações são geralmente centradas na China?

LP: Sim, a operação em si é bem mais concentrada. O AliExpress é bem característico, sendo assim, toda a operação consegue ser bem gerenciada da China.

Fonte: corporate.canaltech.com.br

Insatisfeitas com modelo do YouTube, gravadoras podem tirar suas músicas do ar 

Youtube

Os dias do YouTube como player de música podem estar chegando ao fim. Embora o serviço seja dedicado a vídeos, o público o transformou na maior plataforma de áudio e a indústria fonográfica não está muito contente com isso, tanto que rumores apontam a possibilidade de várias empresas retirarem seu conteúdo do ar.

De acordo com o New York Post, gravadoras como Sony, Universal e Warner não estão contentes com o modelo adotado pelo Google, uma vez que a receita baseada apenas na exibição de publicidade não está gerando o retorno esperado. E o resultado dessa insatisfação pode ser a simples remoção de clipes e demais vídeos relacionados a seus artistas.

Segundo uma fonte ligada à indústria da música, as companhias acreditam que o Google não está levando a sério a monetização das músicas em prol dos artistas e isso pode fazer com que as empresas decidam rever esse parceria de modo um pouco mais radical. Para eles, esse modelo gratuito não funciona, e se você observar qualquer ranking de geração de receita vai ver que o YouTube está sempre lá embaixo.

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Até o momento, isso ainda é tratado apenas como um rumor, embora não seja a primeira vez que ouvimos falar desse descontentamento da indústria fonográfica com a distribuição gratuita de músicas via streaming. Tanto o Google quanto o Spotify seguem essa lógica de oferecer um serviço de graça com propagandas para incentivar as pessoas a assinarem pacotes mais completos, mas parece que isso não está sendo o suficiente para satisfazer as gravadoras.

Tanto que novas investidas no ramo já aboliram esse tipo de modelo, como o Tidal e o Apple Music — algo que muita gente já vê como uma tendência sem volta para o segmento. Por outro lado, as empresas sabem que não podem simplesmente boicotar o YouTube, uma vez que a própria comunidade vai começar a distribuir aquelas músicas de maneira ilegal e o impacto disso pode ser bem mais negativo.

A Google defende o seu modelo gratuito baseando-se nos números obtidos nos últimos meses. Desde que começou a investir mais em música dentro de sua plataforma, a companhia revelou que, somente no segundo trimestre de 2015, o tempo de visualização dos vídeos no YouTube aumentou em 60%, o que representou o maior crescimento nos últimos dois anos. Mais do que isso, em sua versão móvel, esse tempo mais do que dobrou em comparação com o ano anterior.

E isso trouxe reflexos também no número de anunciantes. Em conversa com investidores, o chefe de negócios da companhia, Omid Kordestani, contou que houve um aumento de 40% no número de empresas anunciando no YouTube em relação ao mesmo período de 2014 e que os 100 maiores anunciantes investiram 60% a mais ao longo dos últimos 12 meses.

Contudo, parece que esse desempenho não é o suficiente para satisfazer as gravadoras e essa briga certamente não vai acabar tão cedo. E seguimos ouvindo nossas músicas enquanto isso ainda é permitido.

Fonte: Via: New York Post / canaltech.com.br

Como forçar seu computador a instalar o Windows 10? – Windows

Windows10Depois de muita espera, o Windows 10 finalmente chegou — só que não para todo mundo. O novo sistema operacional da Microsoft está sendo liberado aos poucos àqueles que fizeram a reserva do produto e deixando muita gente ansiosa com a demora. Afinal, como todo mundo está esperando para testar a novidade, chega a ser uma tortura ficar na torcida pela sua vez de receber os arquivos de instalação.

E foi exatamente por isso que alguém decidiu vasculhar nos arquivos do sistema em busca de uma maneira de acelerar o processo. Quase como um modo para furar a fila para conseguir o seu produto antes do previsto ou mesmo de dar um empurrãozinho na máquina, o processo é simples e se resume basicamente a antecipar aquilo que você já tem direito e não é nenhum hack ou coisa parecida.

Isso significa que esse método não vai fazer com que seu computador que não tem suporte para o Windows 10 receber a atualização. Em outras palavras, o único requisito básico para fazer com que esse guia funcione é que você tenha o Windows 7 ou Windows 8.1 e já tenha feito sua reserva a partir daquele pequeno ícone que a Microsoft liberou nos computadores compatíveis há alguns meses.

É o seu caso? Então siga os passos a seguir e se prepare para conhecer de vez o Windows 10.

Passo 1

O primeiro passo é apagar os arquivos de instalação que o Windows Update já fez. Então, vá até C:/WINDOWS/SoftwareDistribution/Download e faça a limpa.

Apesar disso soar como algo arriscado, pode ficar tranquilo, pois não vai comprometer em nada o funcionamento do seu PC — afinal, são apenas atualizações e tudo isso vai ser baixado de novo.
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Passo 2

Feito isso, abra o Windows Update. Por enquanto, apenas deixa isso aberto e não faça mais nada.

Passo 3

Em seguida, é a vez de abrir o processador de comandos do Windows. O detalhe é que isso deve ser feito apenas pelo administrador do sistema, então não adianta abri-lo pela função Executar. Assim, pesquise por “cmd” no Menu Iniciar e clique com o botão direito sobre o resultado e escolha a opção “Executar como administrador”.

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Passo 4

Na área de comandos, digite a ação “wuauclt.exe /updatenow“, mas não execute a operação ainda. Apenas deixe tudo pronto. Aliás, note que há um espaço entre os dois termos e que é preciso estar atento a isso para não fazer nada de errado quando for necessário.

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Passo 5

Volte para a tela do Windows Update e clique em “Procurar atualizações” na barra localizada à esquerda da janela.

Fonte: canaltech.com.br

Novo Moto X chega em agosto com a “melhor câmera da categoria” – Motorola

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Acabou o mistério em torno do novo Moto X. A Motorola acaba de anunciar o novo modelo de seu smartphone e surpreendeu todo mundo com as novidades apresentadas para o aparelho. E um dos maiores destaques nesse sentido foi a própria câmera, que chega como uma das melhores do mercado.

Para quem achava que o LG G4 seria o equipamento definitivo para os amantes de fotografia, o novo Moto X Style mostra que as coisas não serão bem assim e traz um sensor de imagem de 21 megapixels para mostrar que, acima de tudo, o foco aqui é na qualidade.

De acordo com o vice-presidente de marketing da Motorola, Adrienne Hayes, as câmeras de seus aparelhos serão as melhores da categoria, ou seja, um título autoproclamado que certamente vai gerar muitas disputas em lançamento futuros para a alegria do consumidor.

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Novo Moto X chega em agosto com a “melhor câmera da categoria” – Motorola

Só que essa não é a única novidade do Moto X Style. Conforme apresentado nesta terça-feira (28), o smartphone chegará às lojas com Android Lollipop 5.1.1 pré-instalado e terá uma tela de 5,7 polegadas com resolução Quad HD, além de uma configuração de respeito.

A Motorola não economizou na hora de trazer potência ao celular. Prova disso é o processador Snapdragon 808 de 1,8 GHz de seis núcleos e a memória RAM de 3 GB. Ele também traz alto-falantes estéreo na parte frontal, 64 GB de armazenamento interno e suporte a cartões microSD, assim como a tecnologia de carregamento TurboCharge para você não perder tanto tempo esperando a bateria de 3.000 mAh recarregar.

Além disso, a fabricante apostou pesado também nas opções de personalização. Justificando o título Style, os usuários poderão alterar o visual do smartphone ao substituir algumas partes do aparelho. Assim, você pode trocar o revestimento de plástico por um de couro ou mesmo de madeira com a mesma facilidade com que faz uma ligação.

De acordo com a Motorola, o Moto X Style chega às lojas já no próximo mês de setembro, embora ainda não tenha anunciado o preço sugerido do aparelho.

Novo Moto X chega em agosto com a “melhor câmera da categoria”

Correndo por fora

E, se o Moto X Style ainda é uma incógnita em nosso país, o mesmo não pode ser dito de outro modelo apresentado pela Motorola. O Moto X Play também foi apresentado pela empresa nesta terça-feira e já chegou com data e preço para o mercado nacional.

Disponível já a partir do próximo mês de agosto pelo preço sugerido de R$ 1.499, o novo modelo traz alguns dos recursos apresentados no Style,com apenas algumas pequenas diferenças. Ele possui bateria de 3.630 mAh — o que garante uma autonomia de até 36 horas —, além de também trazer a tecnologia TurboPower 15 para acelerar o carregamento.

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A câmera é outro destaque, uma vez que mantém os 21 megapixels presentes no aparelho principal. A possibilidade de alterar o visual também está garantida, uma vez que a fabricante confirmou que as chamadas Motorola Shells podem ser trocadas a qualquer momento.

A diferença, portanto, fica em aspectos secundários. A tela, por exemplo, é um pouco menor, sendo de apenas 5,5 polegadas borda a borda com resolução Full HD. Além disso, o Moto X Play conta ainda com um processador Qualcomm Snapdragon octa-core de 1,7 GHz.

Fonte: canaltech.com.br 

 

Windows 10: data de lançamento, como consegui-lo e tudo que você precisa saber

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Cabe lembrar que o Windows 10 não chegará com todos os recursos prometidos pela Microsoft. Conforme anúncio feito pela própria empresa, esta será a última versão do Windows e, a partir de agora, ele será incrementado com atualizações mais frequentes. Logo, temos que pensar que não existirá uma “versão definitiva” ou “final” desta vez. 

Poderei atualizar para o Windows 10 gratuitamente? 

Muito embora tenha vindo com a proposta de revolucionar a forma como utilizamos os computadores, a verdade é que o Windows 8 foi um verdadeiro fiasco. Tanto é que até hoje, cinco anos após seu lançamento, o Windows 7 continua líder absoluto, dominando cerca de 56% de todo o mercado

Mirando essa enorme fatia de usuários que ainda rodam o Windows 7, a Microsoft resolveu apelar e oferecer o Windows 10 gratuitamente por um ano. Isso significa que por um ano a partir da data do seu lançamento, o Windows 10 poderá ser adquirido por todos aqueles que possuem uma licença não-corporativa e original do Windows 7 SP1 e Windows 8.1 gratuitamente. Tudo funcionará a partir do Windows Update e, caso se encaixe nos pré-requisitos, você poderá fazer o download do Windows 10 completo assim que ele for disponibilizado no dia 29 de julho. 

Desde que foi anunciado pela Microsoft em setembro de 2014, o Windows 10 vem sendo alvo de muitas dúvidas por parte dos aficionados por informática e, sobretudo, entusiastas do sistema operacional. 

“Quando o Windows 10 será lançado?”, “É verdade que o Windows 10 será gratuito?”, “Como poderei adquirir minha cópia do Windows 10?” e “O que acontecerá com a cópia Technical Preview do Windows 10?” são apenas algumas das inúmeras questões sobre o novo sistema operacional de Redmond, que nós esclareceremos agora. 

Quando o Windows 10 será lançado? 

Na segunda-feira, dia 1º de junho, a Microsoft anunciou oficialmente que o Windows 10 estará disponível para o usuário final a partir do dia 29 de julho, seja por download via Windows Update, seja para compra no varejo. 

A revelação foi feita pouco mais de um mês após a CEO da AMD, Lisa Su, deixar escapulir que o Windows 10 estaria disponível já no mês de julho de 2015. À época, a afirmação da executiva norte-americana colocou a Microsoft em maus lençóis e, para complicar ainda mais as coisas, um programador da própria empresa confirmou no final de abril a data anunciada por Lisa. 

Depois de toda confusão, Joe Belfiore tentou amenizar as coisas e anunciou durante a Build 2015 que o Windows 10 será lançado em estágios “que começarão no verão e terão fim no outono” norte-americano. Os PCs serão os primeiros a receber o novo sistema, o que acontecerá a partir do dia 29 de julho, como anunciado por Redmond. Por fim, Windows Mobile, Xbox One, Arduino e HoloLens devem completar a onda entre outubro e dezembro. 

Até lá, os usuários já poderão fazer a reserva do novo sistema operacional. Desde o dia 1º de junho, a Microsoft começou a notificar os usuários do Windows 8 e Windows 8.1 para que eles possam preparar suas máquinas para o download do SO. 

Tudo pode ser feito a partir do sistema operacional atual, clicando no logotipo do Windows que surge na bandeja do sistema, bem ao lado do relógio. 
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Clicando nesse botão, o usuário é apresentado a uma nova janela, que apresenta e explica as novidades do Windows 10. Além disso, também há o botão “Reserve sua atualização gratuita”, que leva o usuário a um pequeno formulário solicitando um endereço de e-mail. 

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Quem se inscrever para receber a atualização desta forma, basta esperar o dia 29 de julho chegar para receber uma notificação diretamente no computador ou tablet para começar a baixar o Windows 10 gratuitamente. 

Não tenho o Windows 7/8.1 original e agora? 

Não tem problema, você ainda poderá se inscrever para receber o Windows 10 via Windows Update. A grande questão, porém, é como a Microsoft vai lidar com essas instalações, já que o assunto ainda é um pouco confuso. Não se sabe, por exemplo, se a empresa solicitará por uma chave de ativação original no momento da instalação, ou se deixará o usuário pirata seguir adianta e concluir o processo, exibindo uma marca d’água e limitando a utilização do sistema até que a situação seja regularizada. 

Ainda são poucas as informações sobre o assunto e as que existem são bem desencontradas. Contudo, apostamos que o usuário poderá continuar a instalação normalmente, sem fornecer uma chave de ativação original. Para obrigá-lo a adquirir o sistema, a empresa pode forçar reinicialização de hora em hora, ou limar alguns recursos essenciais do sistema, por exemplo. 

Quem estiver disposto a sair da ilegalidade, porém, já há uma saída: uma varejista norte-americana deixou escapar os valores das versões Home e Professional do Windows 10 e, logo na sequência, a Microsoft veio à público corrigir e confirmar os valores. A versão mais básica chegará custando US$ 119, enquanto a mais completa poderá ser adquirida por US$ 199. 

Oficialmente, nenhum valor foi confirmado em real, mas é bom preparar o bolso, pois certamente os valores ultrapassarão os R$ 360. 

Quando o Windows 10 Technical Preview irá expirar?

Querendo ou não, uma hora as builds da versão Technical Preview do Windows 10 irão expirar. Recentemente, um engenheiro da Microsoft divulgou uma tabela que mostra quando as builds até a 10049 expirarão e lembrou que duas semanas antes de atingir a data limite o sistema começará a exibir alertas pedindo para ser atualizado para uma nova build. 

Caso o usuário não faça o update, o Windows 10 passará a reiniciar a cada três horas. Caso passem mais duas semanas e a atualização não for feita, o sistema deixará de funcionar por completo. Portanto, para não ficar na mão, é bom ficar de olho na tabela:

Caso a sua build já tenha parado de funcionar, você terá que baixar uma nova ISO num computador à parte, criar um disco de instalação e executá-la no seu computador.

Poderei atualizar a Technical Preview direto para o Windows 10? 

Essa é uma questão bastante recorrente e que vem sendo feita consecutivamente aos funcionários de Redmond. No Twitter, o gerente geral de engenharia da Microsoft, Gabriel Aul, disse que a companhia tem, sim, a intenção de permitir que os testadores migrem da versão Technical Preview diretamente para o Windows 10 sem complicações.

Build  Alertas começam em  Sistema começa a reiniciar em  Sistema deixa de funcionar em 
9841  02/04/2015  15/04/2015  30/04/2015 
9860  02/04/2015  15/04/2015  30/04/2015 
9879  02/04/2015  15/04/2015  30/04/2015 
9926  17/09/2015  01/10/2015  15/10/2015 
10041  17/09/2015  01/10/2015  15/10/2015 
10049  17/09/2015  01/10/2015  15/10/2015 

Caso a sua build já tenha parado de funcionar, você terá que baixar uma nova ISO num computador à parte, criar um disco de instalação e executá-la no seu computador. 

Poderei atualizar a Technical Preview direto para o Windows 10? 

Essa é uma questão bastante recorrente e que vem sendo feita consecutivamente aos funcionários de Redmond. No Twitter, o gerente geral de engenharia da Microsoft, Gabriel Aul, disse que a companhia tem, sim, a intenção de permitir que os testadores migrem da versão Technical Preview diretamente para o Windows 10 sem complicações. Você pode reproduzi-lo, desde que insira créditos COM O LINK para o conteúdo original e não faça uso comercial de nossa produção.

Fonte: http://canaltech.com.br/Creative Commons (CC BY-NC-ND).

 

Mobilidade e trabalho: viramos escravos dos dispositivos móveis? [CT Entrevista]

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Cada vez mais o trabalho das pessoas está integrado às suas vidas. Isso graças à mobilidade, que trouxe para os dispositivos como smartphones, laptops e tablets, as principais ferramentas do escritório. Mas como isso está impactando a nossa vida e como as empresas e os profissionais estão enxergando esse momento? Para falar sobre este assunto, conversamos com Silvio Vidoto, diretor de marketing da Unify Brasil.

Essa entrevista pode ser ouvida no podcast no http://corporate.canaltech.com.br/

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Escolhendo um ROTEADOR para sua empresa

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Qual é o melhor roteador wireless?

A melhor resposta para esta pergunta é: Depende. Existem muitas opções e fabricantes de roteadores e a melhor vai depender da necessidade da sua empresa. Vale lembrar que nem sempre o melhor roteador é aquele que possui múltiplas funções, mas aquele que melhor responde a estratégia da sua rede e nem sempre o melhor roteador possui a melhor antena wireless e vice-versa. Mas existem opções interessantes no mercado.

Para auxiliar na melhor escolha do seu roteador, responda estas perguntas:

  1. Qual a velocidade do wireless necessária?  Wireless G ou Wireless N
  2. Quantos conexões simultâneas serão necessárias?  10, 30, 50 ou +
  3. Será necessário Load Balance de dois ou mais links? A redundância é muito importante para o balanceamento de tráfego e do próprio sinal de internet.
  4. Firewall com filtro de conteúdo, será necessário
  5. IPV6 e 4G será necessário para o futuro?
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BlackBerry anuncia aquisição da AtHoc, plataforma para comunicação de crise

blackberry A empresa canadense BlackBerry continua a pavimentar o seu caminho para dentro do setor de segurança da informação com novas aquisições, agora com a compra da plataforma de comunicação de crise AtHoc, anunciada nesta quarta-feira (22). 
No plano de reestruturação da empresa, o CEO John Chen tem investido pesado em trazer novas soluções de segurança para dentro do portfólio da BlackBerry, com o objetivo de oferecer produtos seguros fim-a-fim para a empresa atuar em diferentes setores, todos conectados através das plataformas de comunicação da BlackBerry.

Só no último ano, foram ao menos três aquisições com foco na segurança: em setembro de 2014, foi a britânica Movirtu, com uma solução para ativação de múltiplos números em um único aparelho, por US$ 32,5 milhões; em dezembro, a alemã Secusmart, focada em criptografia de celulares, por US$ 82 milhões; e mais recentemente, o anúncio da aquisição da WatchDox, em abril deste ano, que desenvolve uma solução para compartilhamento seguro de documentos.

blackCEO da AtHoc, Guy Miasnik, falou nesta quinta-feira (23), durante o BlackBerry Security Summit, em Nova York (foto: Reprodução)

Localizada no Vale do Silício, a AtHoc focava principalmente no mercado doméstico estadunidense, mas agora deverá alavancar a presença da BlackBerry em outros países para expandir seus sistemas de segurança para novos mercados. Em outubro do ano passado, a empresa fechou um de seus primeiros contatos internacionais, fornecendo sua tecnologia para o Parlamento do Canadá, após o tiroteio no local que deixou dois mortos em Ottawa e motivou novas medidas de segurança pelo governo canadense.